sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Trilha da Cachoeira e Trilha dos Campos:P.E. Campos do Jordão


As duas primeiras trilhas que eu e o Leandro (meu marido e companheiro de trilhas) fizemos foram as duas trilhas do Parque Estadual de Campos do Jordão(Horto Florestal), Trilha da Cachoeira e Trilha dos Campos, em 27 de julho de 2012. Isso porque meu plano inicial era começar pelas trilhas da Grande São Paulo, mas como só nas férias de julho sobrou um tempinho e fomos passar uns dias em Campos, decidimos aproveitar.

O acesso ao Horto de Campos é fácil, pois, desde o bairro do Capivari, já há placas indicando o caminho do Horto no começo da conhecida Avenida Dr. Emílio Lang. O caminho é muito simples e muito bem conservado, como um ótimo asfalto. Basta percorrer os 1550 metros da Avenida Dr. Emílio Lang, até ela se tornar a Avenida Pedro Paulo e percorrer mais 10,8km, um caminho bem sinuoso, cheio de subidas, descidas e belíssimas construções, como em quase todos os caminhos de Campos.



Chegamos ao Horto com ele tendo acabado de abrir, às 8h30. Na entrada pegamos uma comanda com os valores dos ingressos e do estacionamento. O valor do ingresso por visitante é de R$6,00 (estudante paga meia) e para estacionar o carro é mais R$6,00, mas vale a pena pagar, pois o parque é muito bem cuidado e seguro. Ao pagar a comanda, aproveitamos para comprar nosso livreto, R$5,00 cada.

Foi um dia todo dedicado às trilhas, pois fizemos não só as trilhas do projeto como as outras trilhas do parque.Fizemos a seguintes trilhas: Trilha da Cachoeira, Trilha do Rio Sapucaí, Trilha das Quatro Pontes e Trilha dos Campos.

Trilha da Cachoeira



Ela faz parte do projeto e é mais fácil do que parece, o percuso começa por um caminho de terra em que passam alguns carros que vão até a Estação de Truticultura do Instituto de Pesca, ao lado desse caminho corre o córrego da Galharda.





Nessa estação há uma barragem no córrego, que forma uma pequena cachoeira artificial, para a formação das piscinas onde são criadas trutas. Todos que passam por essa barragem até chegam a pensar que é a cachoeira, mas não é, pois é somente após a estação que a trilha realmente começa e vai nos levar a Cachoeira da Galharda.




A caminhada é bem leve e rápida. Até nos surpreendemos, pois percorremos os 4,7km da trilha em bem menos que as 2 horas indicadas pela placa. E valeu a pena, pois apesar de não ser possível tomar um banho na cachoeira, afinal era inverno, valeu a pena pela beleza da Cachoeira da Galharda.








Trilha do Rio Sapucaí



Apesar de não fazer parte do projeto vale a pena percorrê-la, inicialmente pela beleza natural das corredeiras do Rio Sapucaí-Guaçu, que acompanha todo o início da trilha. Outro motivo para percorrê-la é para tomar ciência de um absurdo, que esse belíssimo rio – que corta a também belíssima (e rica) Campos do Jordão, um dos melhores climas do mundo – está poluído e a partir disso constatar a ocupação irregular dos morros da cidade e o fato do esgoto, dessa rica cidade não ser tratado e consequentemente despejado nos rios, como o Sapucaí. Então surge a pergunta: como pode Campos do Jordão poluir seus rios?

É claro que isso não tira dessa trilha e do parque o mérito de serem belos e bem cuidados, mas esperamos um dia poder voltar a percorrê-la e descobrir que esse rio não está mais poluído.









Mas voltando a descrição da trilha, ela é difícil, pois depois de nos afastarmos das corredeiras do rio, devido as muitas curvas e trechos bem fechados, começamos a perder a noção de para onde estamos indo. Chegamos até a pensar que pegamos o caminho errado. Só começamos a perceber que estamos no caminho certo quando passamos pela tiroleza. Olha essa trilha, realmente exige que quem a faça já tenha hábito em fazer trilhas, pois quem não tem, vai sofrer, mas vale a pena.







Trilha das Quatro Pontes



Ela é curta e bem simples e é por ela que se chega à Trilha dos Campos. Como já diz o nome durante essa trilha passamos por quatro pontes que atravessam o Rio Sapucaí. Essa trilha é para toda família.






Trilha dos Campos



Ela é a continuação da trilha anterior e também é bem puxada, principalmente para quem ficou o dia todo fazendo trilha. É uma trilha bem íngreme e aberta, com o sol bem na cara, mas muito bonita, com belos mirantes. Porém achamos que ela não é tão interessante para fazer parte do projeto trilhas quanto a Trilha do Rio Sapucaí, como descrito anteriormente. Mas vale a pena, para quem tem muito fôlego e fortes pernas.










Como já disse ficamos o dia todo no parque, saímos de lá com ele fechando. Mas não almoçamos no parque, não porque não havia opção, pelo contrário o restaurante pareceu muito bom, mas como já havíamos tomado um reforçado café da manhã no Hotel Refúgio Alpino, optamos apenas por um lanche. E valeu a pena tomar um Chá Indiano (Chai) com um delicioso bolo de pinhão. Afinal à noite ainda teríamos um delicioso festival sopa no hotel.

Alías, aproveito para encerrar comentando sobre onde se hospedar em Campos. E realmente não é tarefa fácil encontrar hospedagem barata por lá. Mas encontrei esse hotel, o Refúgio Alpino, que é barato – para os padrões de Campos – e muito bom, lá a diária é de R$260,00 para casal e deu para aproveitar bem vários dias em Campos em plena temporada de inverno, em um hotel confortável, com bom atendimento, uma lindíssima vista e muita tranquilidade. E esse hotel parece sempre fazer boas promoções, por exemplo, recebi um e-mail deles que agora em outubro, eles estão como uma promoção para o próximo feriado (11/10 a 14/10 por R$600,00).






Outra opção é se hopedar na cidade vizinha Santo Antônio do Pinhal, como suas pousadas mais em conta, vale a pena pesquisar.

Mas para quem está sem grana, acho que até dá para arriscar um bate e volta de ônibus. Visto que o acesso ao horto é fácil e há uma linha de ônibus que tem ponto final dentro do parque, não precisando nem pagar para estacionar o carro.Essa linha deve sair do terminal de Campos. Mas é necessário ir bem cedo, passar o dia e aproveitar o ônibus para descansar.

Essas trilhas são com certeza uma ótima opção para o próximo feriado, 12 de outubro. 

Para todos uma boa trilha e até a próxima!

Abraço,

Priscila 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Parques com Trilhas no Interior de São Paulo


Agora lá vai a lista dos parques no interior.

1.Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade-178km da capital-Endereço: Avenida Navarro de Andrade, s/n, Rio Claro, SP. Uma trilha – Trilha da Saúde (nível baixo).

Fonte:Internet

2.Parque Estadual de Porto Ferreira-227km da capital-Endereço: Rodovia Dr. Lauro(SP-125), Km 90, Porto Ferreira, SP. Uma trilha – Trilha das Árvores Gigantes (nível baixo).

Fonte:Internet

3.Parque Estadual de Vassununga-245km da capital-Endereço: Rodovia Anhanguera(SP-330), Km 245, Santa Rita do Passa Quatro, SP. Uma trilha – Trilha dos Jequitibás (nível baixo).

Fonte:Internet

4. Floresta Estadual de Assis-432km da capital-Endereço: Estrada Assis-Lutécia, Km 9, Assis, SP. Uma trilha-Trilha do Lago (nível baixo).

Fonte:Internet

5.Parque Estadual Morro do Diabo-680km da capital-Endereço: Rodovia SPV028,Km11, Teodoro Sampaio, SP. Uma trilha – Trilha do Morro do Diabo (nível médio).

Fonte:Internet

Com exceção do parque em Rio Claro, que parece bem acessível, pois está a 500 metros do Shopping de Rio Claro, esse é outro caso que para começar todos esses parques são interessantes para quem mora na região ou vai sempre passear nesses lugares, pois parece que dificilmente dá para fazer um bate e volta, para quem mora na Grande São Paulo, pois vai demandar um certo tempo achar os parques e fazer as trilhas, portanto acho que dificilmente dá para fazer isso em um dia. E esses parques já começam a ficar longe da capital, acima dos 200km de distância, o do Morro do Diabo é o parque mais distante, está, a nada menos, que 680km da capital.

Abraço,

Priscila

Parques com Trilhas no Vale do Ribeira


Agora lá vai a lista dos parques no Vale do Ribeira.

1. Parque Estadual Carlos Botelho- Núcleo São Miguel Arcanjo-210km da capital-Endereço: Rodovia SP-139, Km 78, São Miguel Arcanjo, SP. Uma trilha – Trilha da Represa Fornos (nível médio).

Fonte:Internet

2. Parque Estadual Carlos Botelho- Núcleo Sete Barras-220km da capital-Endereço: Rodovia SP-139, Km 78, Sete Barras, SP. Uma trilha – Trilha da Figueira (nível baixo).

Fonte:Internet

3. Parque Estadual Intervales-270km da capital-Endereço: Estrada Municipal,Km 25, Ribeirão Grande, SP. Duas trilhas – Trilha do Mirante da Anta (nível médio) e Trilha Divisor de Águas(nível alto).

Fonte:Internet

4. Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira(PETAR)-303km da capital-Endereço: Rodovia SP165,16km de Iporanga sentido Apiaí, Iporanga, SP. Uma trilha-Trilha do Betari (nível médio).

Fonte:Internet

Novamente, nesse caso, também acho, que para começar, todos esses parques são interessantes para quem mora na região ou vai sempre passear nesses lugares, pois parece que dificilmente dá para fazer um bate e volta, para quem mora na Grande São Paulo, pois vai demandar um certo tempo achar os parques e fazer as trilhas, portanto acho que dificilmente dá para fazer isso em um dia. E esses parques já começam a ficar longe da capital, acima dos 200km de distância. No meu caso alguns são até mais pertos do que os do litoral, como o de São Miguel Arcanjo, que está mais perto de Cotia (indo via Rod. Bunjiro Nakao) do que da Capital. Mas mesmo assim, quando for pretendo me hospedar por lá.

Abraço,

Priscila